Moro autoriza envio da Força Nacional para terra indígena no Maranhão

 

Crédito: AFP

(Arquivo) O ministro da Justiça brasileiro, Sergio Moro (Crédito: AFP)

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, autorizou nesta segunda-feira, 9, o uso da Força Nacional de Segurança Pública para atuar na Terra Indígena Cana Brava Guajajara, no Maranhão, onde dois índios foram assassinados no último fim de semana após ataques a tiros.

O texto informa que o objetivo é apoiar o trabalho da Fundação Nacional do Índio (Funai) nas ações de segurança pública por 90 dias, a partir de 10 de dezembro. O prazo pode ser prorrogado caso seja necessário.

O ministério ainda vai definir o número de servidores enviados para a operação.

No domingo, 8, o secretário de Estado dos Direitos Humanos e Participação Popular em exercício no Maranhão, Jonata Galvão, afirmou que o governo federal deveria adotar medidas efetivas para proteger os territórios indígenas do Estado, e não agir apenas após os ataques acontecerem. “São só respostas reativas às barbaridades que têm acontecido. Queremos saber se o governo federal vai ficar reativo aos atentados ou se vai estruturar uma medida concreta e agir para combater esses crimes”, disse.

“Não temos medidas efetivas do ponto de vista da proteção no âmbito federal dentro das terras indígenas no Estado do Maranhão. Os territórios indígenas no Brasil e no Maranhão estão pedindo socorro”, disse Galvão à reportagem.

O caso

No início da tarde de sábado, 7, dois índios da etnia guajajara morreram após atentado a balas às margens da BR-226, no município de Jenipapo dos Vieiras, no Maranhão, 500 quilômetros ao sul da capital São Luís. Segundo a Funai, os indígenas foram atingidos por tiros disparados por ocupantes de um veículo Celta, de cor branca e com vidros espelhados.

Antes, em 1º de novembro, Paulo Paulino Guajajara foi morto em uma emboscada na Terra Indígena Arariboia (MA) quando realizava uma ronda contra invasões.

OAB de Xinguara promove Natal Solidário

Aconteceu nesta segunda-feira (09/12) o Natal Solidário promovido anualmente pela OAB Xinguara, com o objetivo de atender crianças e adolescente carentes desta cidade. Trata-se de um momento de confraternização, onde são distribuídos brinquedos, lanches e brincadeiras para as crianças e adolescentes.

De acordo com o presidente da OAB de Xinguara, advogado Evandro Marcelino (Cacau), o maior presente oferecido às crianças e suas famílias é a demonstração de carinho e de amor por parte dos doadores, voluntários e advogados.

 “É muito importante poder colaborar de maneira tão significativa com uma finalidade tão nobre que é a de ajudar o nosso próximo,” lembra Cacau.

No evento de hoje a OAB atendeu 175 crianças da creche do setor Tanaka e 25 internos da Casa Lar.

Bolsonaro empata com Lula no 1° turno; Moro supera com folga o petista

Enquanto Bolsonaro e seu círculo mais próximo lembram fantasmas autoritários enxergando no horizonte a possibilidade de protestos radicais como os que ocorreram nas últimas semanas no Chile (a repetição disso por aqui representa uma miragem, diga-se), Lula saiu da cadeia justamente convocando a população a ir reclamar nas ruas contra o governo. Assim, os dois extremos vão se retroalimentando, tática que parece funcionar entre boa parte dos eleitores, conforme mostra a nova rodada de pesquisa eleitoral VEJA/FSB. Ambos representam as principais forças do momento, à direita e à esquerda. O primeiro levantamento com o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva depois de ele ter deixado a prisão em Curitiba mostra o petista empatado tecnicamente com o candidato da situação no primeiro turno, seja ele o presidente Jair Bolsonaro, seja ele o ministro Sergio Moro (Justiça). Nos dois cenários, Lula tem 29% das intenções de voto, contra 32% dos dois adversários — a margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos.

A pesquisa anterior, feita em outubro, com a inclusão de Lula, ainda preso, apenas em cenário de segundo turno, mostrava que o petista já era a maior ameaça ao bolsonarismo: ele possuía 38%, enquanto Bolsonaro tinha 46%. Na mesma simulação da nova pesquisa, ambos oscilam dentro da margem de erro: 40% para Lula e 45% para Bolsonaro. A polarização espreme os candidatos de centro, que ostentam porcentuais longe de levá-­los ao segundo turno — Ciro Gomes (PDT), Luciano Huck (sem partido), João Amoêdo (Novo) e João Doria (PSDB) chegam a perder para “nenhuma das alternativas” (veja o quadro ao lado). “Essa polarização interessa a Lula e a Bolsonaro, mas não à maior parte da sociedade”, afirma o cientista político Rui Tavares Maluf, professor da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, que alerta sobre o risco de uma nova onda de abstenções e votos nulos e brancos caso o cenário persista, a exemplo do que ocorreu em 2018. “Há as polarizações boas, que contribuem para a democracia, que precisa viver um pouco do conflito. Só que existe a polarização de baixa qualidade, e é isso que estamos vivendo”, diz. Para os especialistas, será difícil alterar o quadro, uma vez que o PT lidera a oposição às agendas econômica e política do governo, enquanto o bolsonarismo se fortalece com o enfrentamento com o petismo. “A política é dual, você é contra ou a favor de um projeto. No mundo político, é muito difícil mesmo circular fora de alguma dualidade”, avalia Rafael Cortez, sócio da Tendências Consultoria Integrada.

A possibilidade de Fernando Haddad ser de novo o candidato petista, uma vez que Lula continua inelegível em razão da Lei da Ficha Limpa, é uma esperança para outras candidaturas, já que o ex-prefeito tem a maior rejeição: 60% não votariam nele de jeito nenhum — Lula tem 56%. Moro é o que melhor aparece nesse quesito, com 35%, condição que ajuda o ministro a conseguir o feito de empatar numericamente com Bolsonaro no segundo turno e derrotar Lula com vantagem maior que a de seu chefe. Já o presidente é rejeitado por 48% do eleitorado, o que pode não ser empecilho à reeleição, como lembra Marcelo Tokarski, diretor do Instituto FSB Pesquisa. “Sempre afirmaram que um candidato com rejeição superior a 40% era inviável. Mas na última eleição Bolsonaro desconstruiu essa tese. Às vésperas do primeiro turno, ele possuía uma rejeição de quase 50%. Um ano depois, o patamar permanece igual, e ele se mantém competitivo”, afirma. Muita água ainda vai rolar até 2022, mas o bolsonarismo e o petismo vão continuar insistindo no mesmo jogo da radicalização, que rende frutos até o momento.

Caminhoneiros confirmam início da greve às 6h do dia 16: “Vamos parar o Brasil”

Greve dos caminhoneiros em 2018 (Arquivo)

Pelo Whatsapp um grupo de caminhoneiros autônomos confirmou uma paralisação nacional a partir das 6h do dia 16 de dezembro, próxima segunda-feira, que deve atingir cerca de 70% da categoria.

“Nós temos um governo que só fez nos enganar. Muitas mentiras, promessas antes da campanha. E o que foi que ele fez para nós? Nada. Só virou as costas para os caminhoneiros. Como vocês podem acreditar num homem desses?”, afirma em vídeo o caminhoneiro identificado como Genivaldo, de Itabaiana (BA), indagando antigas lideranças que teriam sido cooptadas pelo governo Jair Bolsonaro.

“Todas as lideranças estavam a favor da paralisação. Alguma coisa aconteceu que todo mundo se calou, como o Chorão e o Júnior de Ourinhos. Não sei se está bom para eles. Mas para nós não está”, afirma.

Em outro depoimento Sergio Bucar lembra os 11 aumentos consecutivos de gasolina, óleo diesel e gás de cozinha e também pede o apoio da população. “Convoco a população brasileira. Vamos parar o Brasil. Queremos que na segunda-feira dia 16 às 6 horas da manhã já esteja tudo parado “, diz o caminhoneiro.

Luís Fernando, de Mato Grosso do Sul, enfatiza que a população não pode aceitar a política de preços da Petrobras. “Ela enfia os aumentos goela abaixo e o governo diz que não pode intervir. A gente paga impostos. E a Constituição diz que todo poder emana do povo. Pedimos o apoio da população”.

ANAPU – Testemunha de padre é atraída para emboscada e assassinada

” Marcio Rodrigues dos Reis, 33 anos, casado, pai de 04 filhas, foi assassinado na noite da última quarta-feira (04), em uma estrada vicinal entre os municípios de Anapu e Pacajá, no Pará. Ele estava trabalhando como mototaxista e foi chamado para levar um passageiro na zona rural. Antes de chegarem ao suposto destino, o passageiro pistoleiro desferiu um golpe de faca em seu pescoço, Marcio não teve como reagir e teve morte instantânea. Seu corpo foi localizado por pessoas que trafegavam pela vicinal e avisaram a polícia civil de Pacajá.

Marcio fez parte, no ano de 2016, de um acampamento de famílias sem-terra que reivindicavam serem assentados na fazenda Santa Maria, lote 44 da Gleba Bacajá, ocupada pelo fazendeiro Silvério Albano Fernandes. O INCRA de Altamira, ingressou com uma ação judicial com o objetivo de arrecadar o imóvel alegando ser terra pública federal, ilegalmente ocupada por Silvério. A justiça federal de Altamira determinou a imissão de posse do INCRA na área mas houve recurso e o caso aguarda julgamento final no TRF1, em Brasília.

Ainda em 2016 houve um acordo entre acampados e fazendeiro, mediado pelo governo do Estado e Ouvidoria Agrária, para que as famílias permanecessem acampadas fora dos limites da propriedade, até que a justiça julgasse todos os recursos. No entanto, meses depois do acordo, um grupo de fazendeiros e pistoleiros fortemente armados, liderados por Silvério Fernandes, invadiu, ateou fogo, destruiu o acampamento e expulsou as famílias.

No dia 04 de março de 2017, um grupo de agricultores, entre eles Marcio, tentou reerguer o acampamento, mas, numa ação articulada entre Silvério Fernandes e o então delegado de polícia de Anapu, Rubens Matoso, Macio foi preso sob a acusação dos crimes de Esbulho e Posse de Arma. Em ato contínuo Silvério acusou o Padre Amaro de estar comandando a suposta ocupação da Fazenda Santa Maria. Dezenas de fazendeiros da região foram articulados para comparecerem à delegacia de polícia e prestarem depoimento ao delegado Matoso para também acusarem padre Amaro por todas as ocupações de terras ocorridas em Anapu.

Com base nessas falsas declarações, Amaro foi preso no dia 27/03/2018, através de pedido feito pelo delegado Matoso. Marcio foi pressionado pelo delegado Matoso a prestar depoimento incriminando Amaro, no entanto, ele resistiu às pressões e negou qualquer tipo de participação do Padre Amaro na suposta tentativa de ocupação da fazenda Santa Maria.

Beto Faro assume direção e promete PT ” forte e unido” no Pará

 PT paraense muda de comando neste sábado à noite, durante evento no Clube Monte Líbano ( a assessoria do deputado informa que o local mudou: Hotel Riviera, na Rodovia Mário Covas,1228, próximo à Avenida 3 Corações). O deputado federal Beto Faro assume a presidência do partido e do diretório estadual. O ato reunirá lideranças políticas do estado, deputados, prefeitos, vereadores e a militância petista.

Segundo nota distribuída pela assessoria, Beto Faro assume o leme petista com a “missão de construir um PT forte e unido, de representação dos movimentos sociais no Estado e de oposição ao governo Bolsonaro, além de garantir o protagonismo do PT nas eleições municipais e de trabalhar para garantir a anulação da sentença do ex-presidente Lula”.

Corpos de índios mortos a tiros no interior do MA serão enterrados nesta segunda-feir

Os corpos dos caciques Firmino Silvino Guajajara e Raimundo Bernice Guajajara, que foram mortos a tiros em um atentado a indígenas no Maranhão, serão enterrados nesta segunda-feira (9) na Terra Indígena Cana Brava, no município de Jenipapo dos Vieiras, localizado a 506 km de São Luís. No ataque, outros dois índios ficaram feridos.

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (PF), um dos índios feridos está internado no Hospital Macrorregional de Presidente Dutra onde foi submetido a uma cirurgia. Ele encontra-se estável, mas seu estado de saúde ainda é considerado grave. O outro indígena está internado na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Jenipapo dos Vieiras e a previsão é que receba alta nesta segunda. Os dois estão sob proteção policial.

A Polícia Federal (PF) abriu inquérito para investigar o caso. A Polícia Civil do Maranhão encaminhou um relatório aos agentes federais de todo o material que foi levantado no local do atentado e também acompanha as investigações. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, divulgou em uma rede social, que avalia a ida da Força Nacional para a região.

Um representante do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos deve desembarcar nesta segunda-feira (9) no município de Imperatriz para realizar uma visita a aldeia indígena em Jenipapo dos Vieiras e acompanhar as investigações.

Raimundo Guajajara morreu durante o ataque a índios em Jenipapo dos Vieiras no Maranhão — Foto: Divulgação/ApibRaimundo Guajajara morreu durante o ataque a índios em Jenipapo dos Vieiras no Maranhão — Foto: Divulgação/Apib

Raimundo Guajajara morreu durante o ataque a índios em Jenipapo dos Vieiras no Maranhão — Foto: Divulgação/Apib

De acordo com a Fundação Nacional do Índio (Funai) informou que está sendo acompanhado por representantes e rondas ostensivas feitas pela Polícia Militar estão sendo realizadas na região em busca dos atiradores. O coordenador da Funai em Imperatriz, Guaraci Mendes, acredita que o crime pode ter relação com os constantes assaltos registrados no trecho da BR-226.

Atentado contra índios é registrado na BR-226 no Maranhão

Atentado contra índios é registrado na BR-226 no Maranhão

Índios protestam

Por conta dos atentados, os índios Guajajaras bloquearam por quase dois dias ao trecho da BR-226 na altura das aldeias indígenas Boa Vista e El Betel, localizado entre os municípios de Barra do Corda e Grajaú. O trecho foi totalmente liberado no final da tarde desse domingo (8).

Os indígenas usaram galhos e pedaços de madeira para bloquear os três pontos da BR-226. Motoristas que precisavam passar pelo trecho tiveram como opção usar as BR-010, BR-222 ou pela BR-135, que compreende o trecho entre São Luís até o município de Paraibano, no Maranhão

Após atentado, índios bloqueiam a BR-226 no Maranhão.  — Foto: Divulgação/Josoaldo de OliveiraApós atentado, índios bloqueiam a BR-226 no Maranhão.  — Foto: Divulgação/Josoaldo de Oliveira

Após atentado, índios bloqueiam a BR-226 no Maranhão. — Foto: Divulgação/Josoaldo de Oliveira

Um congestionamento de veículos de mais de 1,5 quilômetro foi registrado na área. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal do Maranhão (PRF-MA), os índios chegaram a atacar com pedras um ônibus que trafegava pela região. As janelas do veículo foram quebradas e a ação causou pânico e medo nos passageiros.

Repercussão

A líder indígena Sônia Guajajara se manifestou sobre o atentado e se solidarizou com os familiares das vítimas. “É com profundo pesar e indignação que externo meus mais sinceros e profundos sentimentos aos familiares de Firmino Silvino Prexede Guajajara e Raimundo Guajajara que, neste momento, sentem a dor e a tristeza de perderem pessoas queridas por tamanha brutalidade que hoje fez novas vítimas dentre o Povo Guajajara” (veja vídeo abaixo de Sônia Guajajara).

Nota da PM sobre disparos de balas de borrachas contra sem terra na Fazenda Surubim

A respeito do fato ocorrido na Fazenda Surubim, no município de Eldorado dos Carajás, sudeste do Estado, nesta segunda-feira (2), a Polícia Militar do Estado informa que militares da Patrulha Rural do 23º Batalhão foram acionados para verificar uma ocorrência sobre furto e abate ilegal de gado na propriedade. No momento em que os militares realizavam incursões na área, eles se depararam com um grupo que havia retirado castanhas da fazenda. Eles estavam armados com facões. A equipe policial deu ordem de parada para realizar a abordagem pessoal. Diante da desobediência e resistência do grupo, que não acatou o pedido de revista e avançou contra os policiais, houve a necessidade de disparos de elastômero (balas de borracha), conforme prevê as técnicas de uso de Instrumentos de Menor Potencial Ofensivo (IMPO). Três homens do grupo foram atingidos. O caso foi registrado na Delegacia de Polícia Civil de Eldorado dos Carajás, onde foi realizado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) contra os invasores. A Polícia Militar informa ainda que a ação da equipe da Patrulha Rural será apurada por meio de procedimento administrativo, que será instaurado pelo Comando de Policiamento Regional II, com sede no município de Marabá.”

Esposa não aceita fim do casamento, ateia fogo no marido

Ela deve responder por homicídio triplamente qualificado.

 Ela deve responder por homicídio triplamente qualificado. | (Divulgação)

Adona de casa Rosemir de Araújo Gueremito de Souza, de 51 anos, foi presa em uma cidade de Goiás após ter ateado fogo no marido, Chanter Ley Pereira de Almeida, de 53 anos. O crime aconteceu em outubro desse ano, na casa onde os dois viviam, no residencial Santa Efigênia, em Goiânia.

Na delegacia, a mulher confessou o crime e disse que não aceitava terminar o relacionamento com o taxista. Ela esperou a vítima dormir para jogar álcool em seu corpo e depois ateou fogo. O homem teve queimaduras em 90% do corpo e morreu no hospital três dias após o crime.

Rosemir também se feriu com as chamas e ficou com queimaduras em 10% do corpo. Ela deve responder por homicídio triplamente qualificado.

Filho encontra cadáver de pai na beira de estrada e também é morto em São João do Araguaia

Pai e filho foram mortos a tiros no final da noite desta terça-feira (03), em São João do Araguaia, município do sudeste paraense. Ainda não se sabe o que pode ter motivado o crime, mas a polícia já investiga o caso e tem algumas linhas de investigação.

Era pouco depois das 22h quando Luís Carlos Ferreira de Souza, de 56 anos, e seu filho Luidi Romã Félix Carneiro, de apenas 19 anos, foram achados sem vida no carro, com disparos de arma de fogo na cabeça. Luís estava dentro de seu carro, uma caminhonete estacionada às margens da rodovia BR-230, a Transamazônica, entre a Vila 1º de Março e a Vila Diamante Já o corpo de Luidi estava do lado de fora do carro, no chão.

De acordo com familiares, Luidi saiu da casa de sua namorada de motocicleta e teria avistado o veículo de seu pai na beira da pista, com o capô levantado. Ele teria descido da moto e foi ver o que tinha acontecido com seu pai, e foi quando se deparou com o corpo do homem, já sem vida. Contudo, os criminosos que mataram Luiz ainda estariam no local, escondidos, e ao verem o rapaz, mataram ele também.

Segundo a Polícia Civil, Luís Carlos já havia sido preso em 2011 por participar de milicias que expulsavam trabalhadores sem-terra de ocupações da região. Equipe da Delegacia São João segue em diligências para a colher outras informações e tentar solucionar o crime.