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Bispos dizem que lideranças na Amazônia são ‘criminalizadas como inimigos da Pátria’

Bispos da Amazônia se reuniram em Belém entre 28 e 30 de agosto para discutir a região. — Foto: Leonardo Monteiro/Arquidiocese de Belém

Bispos da Amazônia se reuniram em Belém entre 28 e 30 de agosto para discutir a região. — Foto: Leonardo Monteiro/Arquidiocese de Belém

Os bispos da Amazônia divulgaram, na sexta-feira (30), uma carta em que defenderam a preservação da região amazônica e lamentaram que suas lideranças sejam “criminalizadas como inimigos da Pátria”.

O documento foi o resultado de um encontro que começou na quarta (28), em Belém, e serviu de preparação para o Sínodo da Amazônia, que ocorrerá em outubro no Vaticano.

O sínodo foi convocado pelo Papa Francisco e deve colocar a floresta no centro das atenções da Igreja por pelo menos um mês. Também deve despertar a atenção de governos, ambientalistas e empresas que atuam na região.

Na reunião em Belém, que durou três dias, os 56 bispos das dioceses e prelazias brasileiras da Amazônia, além de convidados clericais e leigos, discutiram o instrumento de trabalho do sínodo, que vai orientar o encontro no Vaticano.

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