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Dinheiro é quase tudo em uma campanha eleitoral

Comentário de Edmar Brito

Eu estava lendo sobre política e vi que o procurador regional eleitoral de São Paulo, Luiz Carlos dos Santos Gonçalves, expressava sua preocupação com exageros da legislação eleitoral que definiu o tamanho do cartaz que o cidadão pode botar na janela e a redução do tempo de campanha. Ele garante que essas regras parecem que foram feitas só para reeleger as pessoas, não para eleger, pois só ajudam quem é conhecido. Eu não sei se o procurador tem razão ou não (não quero entrar nesse mérito), mas uma coisa ele tem que entender: que para se eleger o candidato não precisa ser conhecido, precisa é ter dinheiro.  Uma vez um político experiente me falou que o bom candidato precisa de duas coisas: ser conhecido e tem dinheiro, mas se não tiver popularidade pode deixar que o dinheiro resolve do mesmo jeito. E não é que ele tinha razão? De lá para cá eu tenho observado que só conhecimento e popularidade não elegem, facilita, mas é o dinheiro que dá o tempero final numa campanha vitoriosa. Para confirma isso, eu me lembro que em uma determinada cidade (me permitam não dizer o nome dela) tinham dois candidatos disputando a prefeitura. Um era um homem bom, honesto, trabalhador, falava a verdade, porém era pobre. O outro era enrolado, mal pagador, diziam que mexia até com drogas e outras atividades escusas, mas tinha dinheiro. A pergunta que fica é: você sabe quem venceu a eleição?

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