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mar 10 2017

Júri popular é realizado em Xinguara

O julgamento de Manoel Jardim Pereira, na manhã desta sexta-feira, 10, onde em sessão do Conselho de Sentença do Júri Popular, por maioria de votos, entendeu que não houve tentativa de homicídio, diante da acusação que constava contra o réu a partir de representação feita pelo Ministério Público de Xinguara.

Advogado de defesa Dr. Cleomar Coelho (Foto: Antonio Guimarães)

Advogado de defesa Dr. Cleomar Coelho (Foto: Antonio Guimarães)

A defesa feita pelo advogado Cleomar Coelho, sustentou que não houve comprovação que levasse o acusado a responder pela tentativa de homicídio, o que foi acatado pelo Conselho. Diante disso, coube então à magistrada, Ana Carolina, a quem competiu a aplicação da medida ao réu, e por considerar o que dispõe o artigo 129, § 1º, Inciso II, do Código Penal, onde consta às penalidades para quem pratica lesão corporal grave, foi de 2 anos e seis meses de reclusão. Sendo para este tipo de crime, de acordo com a lei, a aplicação de pena que vai de dois a oito anos de reclusão.

O CASO

Célio dos Santos, a vítima, foi esfaqueado no dia 11 de novembro de 2015, na rua 03, no setor Itamaraty, nas proximidades do Clube dos 50, quando bebia juntamente com o acusado. Ambos teriam tido um pequeno desentendimento depois de uma suposta exigência para que a vítima pagasse bebida para ele. Sem ter a exigência atendida, Manoel viria em seguida a desferir o golpe contra Célio.

Manoel foi preso e cumpriu pena por alguns meses, vindo a ser liberado, porém, tempos depois, foi preso novamente por outro crime, razão pela qual permanecerá custodiado, aguardando julgamento.