Músculo com cerveja preta na pressão para seu almoço de domingo

Receita

Ingredientes

  • 3 colheres (sopa) de óleo
  • 5 dentes de alho picadinhos
  • 2 cebolas grandes picadas
  • 1 peça de músculo limpa em cubos médios (aproximadamente 2,5 kg)
  • Água quente
  • Sal
  • 1 lata de cerveja preta
  • 2 xícaras (chá) de ervilha fresca
  • ½ xícara (chá) de salsinha picada
  • 1 cebola grande fatiada

Modo de preparo

  • Aqueça o óleo na panela de pressão e refogue o alho e a cebola picada. Junte a carne e refogue em fogo alto, mexendo sempre, até secar a água e dourar.
  • Cubra com água quente, tempere com sal, tampe a panela e cozinhe por 25 minutos após começar a apitar.
  • Retire a pressão para abrir a panela e verifique a textura da carne e a quantidade de água. Termine o cozimento com a panela destampada, cuidando para restar um pouco de molho.
  • Agregue a cerveja e a ervilha e deixe ferver até que esta fique macia. Salpique a salsinha e a cebola fatiada e sirva.

Ministro do STF autoriza uso de força para desbloqueio de rodovias

Por: G1/Globo

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes concedeu nesta sexta-feira (25) uma liminar (decisão provisória) em que autorizou o uso das forças de segurança pública para o desbloqueio de rodovias ocupadas por caminhoneiros grevistas. A liminar de Moraes atende a um pedido do governo federal.

A pedido do governo, Moraes impôs multa de R$ 100 mil por hora às entidades que atuarem nas interdições de vias, além de multa de R$ 10 mil por dia para motorista que esteja obstuindo a pista.

Na ação, assinada pelo presidente Michel Temer e pela advogada-geral da União, Grace Mendonça, o governo pede que o STF considere a greve ilegal porque, apesar de ter “compromisso democrático” com a livre manifestação, não se pode inviabilizar direitos fundamentais, como a locomoção.

A Advocacia Geral da União apontou ainda risco de “caos social” em razão da falta de combustível e desabastecimento de alimentos.

“Autorizo que sejam tomadas as medidas necessárias e suficientes […] ao resguardo da ordem no entorno e, principalmente, à segurança dos pedestres, motoristas, passageiros e dos próprios participantes do movimento que porventura venham a se posicionar em locais inapropriados nas rodovias do país; bem como, para impedir, inclusive nos acostamentos, a ocupação, a obstrução ou a imposição de dificuldade à passagem de veículos em quaisquer trechos das rodovias […] inclusive com auxílio, se entenderem imprescindível, das forças de segurança pública, conforme pleiteado”, diz o ministro na decisão.

O caso ainda terá que ser julgado pelo plenário do Supremo Tribunal Federal, em data ainda não estipulada.

Na decisão de 16 páginas, o ministro Alexandre de Moraes considerou que houve “abuso no exercício dos direitos de reunião e greve” por conta “da obstrução do tráfego em rodovias e vias públicas”, impedindo o abastecimento de combustíveis e outros insumos.

“Na presente hipótese, entendo demonstrado o abuso no exercício dos direitos de reunião e greve, em face da obstrução do tráfego em rodovias e vias públicas, impedindo, a livre circulação no território nacional e causando a descontinuidade no abastecimento de combustíveis e no fornecimento de insumos para a prestação de serviços públicos essenciais. […] O quadro fático revela com nitidez um cenário em que o abuso no exercício dos direitos constitucionais de reunião e greve acarretou um efeito desproporcional e intolerável sobre todo o restante da sociedade”, destacou.

BR 155 continua parcialmente interrompida em Xinguara

A BR 155 que se encontra interrompida em Xinguara, deve continuar fechada em apoio à greve nacional dos caminhoneiros. A rodovia foi fechada no início da manhã desta sexta-feira (25) e deve continuar assim por tempo indeterminado. Foi o que disseram os integrantes do movimento no final da tarde.

Eles informaram que um grupo de manifestantes foi escalado para ficar a noite inteira em vigília pela interrupção da estrada, que segundo eles, não tem dia e nem ora para terminar.

Disseram também que a cada hora a greve recebe mais apoio da população, que se manifesta com doações de água, refrigerantes, carnes para churrasco, e outros alimentos.

Nos bastidores, militares demonstram preocupação com estoque de combustível para atuar contra grevistas

Por: G1/Globo

A decisão do presidente Michel Temer de acionar as forças federais para desobstruir as rodovias federais gerou preocupação de militares nos bastidores.

O motivo: temem que as forças não tenham combustível suficiente para agir nas ruas por vários dias seguidos.

O presidente Temer, ao decidir usar as forças federais, ouviu general Sérgio Etchegoyen, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência, e o ministro Raul Jungmann, do Ministério da Segurança Pública – mas não ouviu o conselho da defesa.

Por isso, Temer está sendo criticado nos bastidores por grupos que integram as forças federais, que incluem: Exército, Marinha, Aeronáutica e Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Nesta tarde, ocorre uma reunião entre os três comandantes das Forças Armadas e o Ministério da Defesa.

Temer diz que governo acionou ‘forças federais’ para desbloquear estradas

Por: G1/Globo

O presidente Michel Temer disse nesta sexta-feira (25) que acionou forças federais para desbloquear estradas, ocupadas por caminhonheiros em greve. Ele fez um pronunciamento no Palácio do Planalto.

Temer optou por acionar as forças federais depois de se reunir com ministros para uma “avaliação de segurança” no país, já que a greve dos caminhoneiros continuou, apesar do acordo firmado entre governo e representantes da categoria na noite de quinta (24).

Em razão da paralisação, há registros de falta de alimentos em supermercados e de combustível em postos de gasolina. O transporte coletivo em diversas cidades foi afetado, indústrias pararam atividades e voos começaram a ser cancelados por falta de combustível nos aeroportos.

“Comunico que acionei as forças federais de segurança para desbloquear as estradas e estou solicitando aos senhores governadores que façam o mesmo.”

Segundo assessoria do Ministério da Segurança Pública, as forças federais incluem: Exército, Marinha, Aeronáutica, Força Nacional de Segurança e Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Temer disse que tomou a decisão para evitar que a população fique sem produtos de “primeira necessidade”.

“Não vamos permitir que a população fique sem gêneros de primeira necessidade. Não vamos permitir que os hospitais fiquem sem insumos para salvar vidas. Não vamos permitir que crianças sejam prejudicadas pelo fechamento de escolas. Como não vamos permitir que produtores tenham seu trabalho mais afetado”, afirmou Temer.

A assessoria do Ministério da Segurança Pública informou que o governo vai publicar um decreto na tarde desta sexta-feira para autorizar o acionamento das forças federais.

Apesar do decreto ainda não ter sido publicado, as Forças Armadas já estão mobilizadas, segundo o governo. As Forças vão esperar a publicação do decreto para iniciar os trabalhos.

Ainda de acordo com a assessoria, as rodovias devem ser totalmente liberadas. Com isso, caminhoneiros manifestantes não poderão ficar nem no acostamento. Os militares vão poder entrar em caminhões, se for o caso, para retirá-los da via.

Segundo o governo, a prioridade do desbloqueio é garantir abastecimento de combustível em seis aeroportos e duas termelétricas. Entre os aeroportos, estão Brasília, Recife, Congonhas, Confins e Porto Alegre.

‘Minoria radical’

Temer disse que o governo atendeu os pedidos dos caminhoneiros, mas, segundo ele, uma “minoria radical” dos grevistas não quis cumprir o acordo.

“Atendemos 12 reivindicações prioritárias dos caminhoneiros, que se comprometeram a encerrar a paralisação imediatamente. Esse foi o compromisso conjunto. Esse deveria ter sido o resultado do diálogo”, disse o presidente.

“Muitos caminhoneiros, aliás, estão fazendo sua parte, mas infelizmente uma minoria radical tem bloqueado estradas, impedido que muitos caminhoneiros levem adiante o seu desejo de atender a população e fazer o seu trabalho”, completou.

 

 

 

Floresta do Araguaia: chapa morre ao cair do cavalo

Essa foto é meramente ilustrativa

Um estivador que trabalhava carregando caminhões de abacaxi em Floresta do Araguaia, morreu em consequência de cair de um cavalo, na quarta-feira (23/05), por volta das 16 horas, em uma propriedade rural do município.

A polícia identificou o homem como sendo Erisvaldo Pereira da Silva, 33 anos de idade, que se acidentou na propriedade rural do senhor Pedro Alves Moreira, para quem a vítima já havia trabalhando como chapa.

Pedro disse à polícia, que Erisvaldo chegou à sua propriedade e sem autorização de ninguém pegou um cavalo que estava amarrado na baia e saiu. Arisco, o animal pulou várias vezes até derrubar Erisvaldo ao chão. Que a vítima foi socorrida e levada para o Hospital Municipal de Floresta, mas acabou evoluindo a óbito.

Caminhoneiros seguem com bloqueio no Tocantins e gasolina acaba em Palmas

Por: G1/Tocantins

A greve dos caminhoneiros continua no Tocantins. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, todos os pontos bloqueados nas rodovias federais seguem sem alteração. Ao todo, 10 trechos estão interditados em quatro estradas. Este é o quinto dia da greve que começou na última segunda-feira (21).

Um dos organizadores do movimento em Paraíso do Tocantins, Amaury Lima, informou que segue bloqueando a BR-153, na cidade. “Estamos cansados e com muito sono, mas continuamos na luta. O medo é de na reta final a categoria fazer acordo que não venha nos representar”, afirmou.

Reflexos da paralisação

O presidente do Sindicato dos Postos de Combustíveis do Tocantins (Sindiposto), Wilber Silvano, afirmou que não há mais combustível em Palmas. “Não tem nada. Inclusive os caminhoneiros estão na base de distribuição e não vão deixar entrar caminhão para carregar”.

Nos supermercados, espaços usados para colocar as verduras estão vazios. Faltam batatas, tomates, beterrabas e outros produtos. Caminhões que deveriam descarregar frutas estão parados nas rodovias.

O gerente da Central de Abastecimento de Hortifrutigranjeiros (Ceasa), Jackson dos Santos, informou que o local está operando com 20% da capacidade. “Nós não estamos vendendo produtos, apenas mantendo para abastecer hospitais de Palmas e Porto Nacional. Se o movimento continuar, a partir da próxima terça-feira (29) os hospitais ficarão sem os produtos”. O estoque de batata, tomate, cenoura e repolho acabou.

Greve dos caminhoneiros ameaça realização dos jogos do Campeonato Brasileiro

Por: Em Notícias

A greve dos caminhoneiros poderá causar adiamento de jogos ou até mesmo de toda a rodada do Campeonato Brasileiro marcada para o próximo final de semana. A medida pode, inclusive, atingir as partidas de todas as divisões do futebol nacional. Isso porque os aeroportos brasileiros estão com restrição para abastecimento de aeronaves e alguns voos já estão sendo cancelados, o que impacta diretamente na logística das viagens das equipes.

A diretoria de Competições da CBF está monitorando a situação com as companhias aéreas. Até o início da tarde desta quinta-feira, a entidade tinha a informação de que os voos previstos para o transporte das equipes estavam confirmados e que, até então, todos os jogos estavam confirmados. Mas deixou claro que a situação poderia mudar ao longo do dia ou até o final de semana, dependendo do andamento da greve.

Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), há problemas de abastecimento de combustíveis nos aeroportos de Brasília e de Congonhas, em São Paulo, devido à paralisação dos caminhoneiros, que protestam para cobrar uma redução no preço do óleo diesel.

Nesta quinta-feira, a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro anunciou que todos os campeonatos organizados pela entidade, tanto os de base, como os de profissionais, terão suas rodadas adiadas neste fim de semana devido ao desabastecimento do Estado por causa da greve dos caminhoneiros.

Greve dos caminhoneiros vai parar os ônibus na Grande Belém, dizem rodoviários

Por: DOL

Segundo os rodoviários, o número de coletivos nas ruas já é menor deste quinta-feira. Mesmo assim, só há combustível para dois dias. (Foto: Ricardo Amanajás/Diário do Pará)

Só mais dois dias de ônibus na Grande Belém. Essa é a previsão dos rodoviários sobre o serviço da frota de transporte coletivo na Região Metropolitana, caso continue a falta de abastecimento de postos de combustível devido à greve nacional dos caminhoneiros. Segundo os trabalhadores, o número de veículos já foi reduzido para diminuir o consumo de combustível, mas a frota não deverá aguentar muito tempo.

De acordo com os trabalhadores, desde a quinta-feira (24) o número de coletivos nas ruas é menor. “Estão reduzindo a frota, sim. Tem muito motorista que está fora de escala. Em média, há cerca de 15 ônibus parados por linha. Reduziram o número de veículos para segurar mais combustível”, afirmou Huelem Oliveira, presidente do Sindicato dos Rodoviários de Ananindeua.

“A situação da falta de combustível é grande, mesmo. As empresas só tem combustível para mais dois dias. Depois disso, não vai ter como colocar os ônibus nas ruas”, completou o presidente.

O DOL entrou em contato com o Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros (Setransbel), que informou que está levantando dados e irá se manifestar sobre o caso através de nota ainda nesta manhã.

Xinguara adere a greve dos caminhoneiros e interrompe a BR 155

Em apoio à greve dos caminhoneiros que está no 5º dia em todo o país, moradores de Xinguara fecharam a BR 155, a altura da Carroceria Jatobá, na saída para Rio Maria, nesta sexta-feira (25/05), a partir das 6 horas da manhã. A paralisação foi organizada pelos moradores através das redes sociais.

Durante toda quinta-feira aconteceram manifestações de apoio por parte dos internautas, que se prontificaram em participar e colaborar com o movimento, levando para o local, carnes para churrasco, água, carvão, isopor, e tudo que fosse necessário para organização e manutenção do protesto.

De acordo com um dos organizadores do evento, Gleiber Giordani, a paralização está acontecendo de maneira pacífica, ordeira e sem incidentes. Que a toda hora os manifestantes recebem mais e mais apoio da população.

Gleiber explicou ainda que o manifesto a favor dos caminhoneiros não tem hora para acabar.

“Queremos deixar claro que a paralisação é parcial e não tem hora para acabar. Carros de passeio, ônibus, ambulâncias e veículos oficiais, não estão sendo parados, somente os caminhões”, disse ele, por telefone.