Receita de costela na panela de pressão

INGREDIENTES
  • 1 kg de costela vaca meio magra
  • tablete de caldo de carne
  • Sal a gosto

Modo de Preparo

  • Tudo que você vai precisar é de uma panela de pressão, da costela e do caldo de carne. Não acrescente, em hipótese alguma, água nessa receita.
  • Coloque a costela e o caldo na panela de pressão,espere abrir fervura e deixe cozinhar por 10 minutos.
  • Após esse tempo abra a panela e mexa, para que o caldo misture bem com costela.
  • Feche a panela, espere abrir fervura novamente e deixe cozinhar por 20 minutos.
  • Sirva em seguida.

Petistas pedem libertação de Lula após Moro aceitar convite de Bolsonaro para ser ministro da Justiça

Matéria do portal da “Folha de São Paulo”, repercutindo a decisão do juiz Sérgio Moro de aceitar ser ministro da Justiça do governo de Jair Bolsonaro, diz que petistas usaram as redes sociais para criticar a decisão. Lideranças da sigla afirmam que o magistrado atuou de forma parcial e pedem a libertação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, escreveu em três idiomas em sua página no Twitter.  “Moro será ministro de Bolsonaro depois de ser decisivo pra sua eleição, ao impedir Lula de concorrer. Denunciamos sua politização quando grampeou a presidenta da República e vazou para a imprensa; quando vazou a delação de Palocci antes das eleições. Ajudou a eleger, vai ajudar a governar”, afirmou.

Nas versões em inglês e espanhol, Gleisi inicia a mensagem chamando a decisão de “fraude do século”. O ex-ministro da Justiça no governo Dilma Rousseff (PT), José Eduardo Cardozo disse ao jornal paulista que está “estupefato, absolutamente espantado” com a ida do magistrado para um governo com o qual ele colaborou indiretamente, com suas decisões.

“Eu nunca vi nada parecido na história da magistratura. Curiosamente, aquele juiz que se dizia imparcial e isento aceita cargo num governo que ele ajudou indiretamente a eleger com suas decisões”, afirmou Cardozo. O magistrado “decretou a prisão do candidato que àquela altura estava em primeiro lugar, o ex-presidente Lula”, lembrou o ex-titular da Justiça.

“Depois, às vésperas do primeiro turno, numa decisão controversa, ele liberou a delação do ex-ministro Antonio Palocci, prejudicando um dos lados da disputa.”Foram decisões judiciais, sustenta o advogado e professor, que repercutiram no processo eleitoral “de forma clara e irrebatível”.

Cardozo reitera a impressão de colegas de partido de que a ida para o governo Bolsonaro reforça a tese de parcialidade de Moro no caso de Lula. “As pessoas no PT estão espantadas. Eu imaginava que, até por prudência, não haveria a aceitação do convite. Há um estado de perplexidade, de assombro.”

Na opinião dele, as repercussões internacionais devem repetir a incredulidade com a forma “como as instituições brasileiras têm se comportado”. Um agravante, afirma Cardozo, é que conversas sobre a eventual participação do juiz no governo tenham começado ainda durante a campanha, como revelou o vice de Bolsonaro, general Hamilton Mourão.

“É alarmante que o diálogo com um juiz que tomou as decisões que tomou tenha se iniciado antes mesmo da decisão do povo brasileiro.” O ministro das Relações exteriores no Governo Lula e atuante na campanha internacional pela libertação do ex-presidente, Celso Amorim chamou a decisão de espantosa.

“Apenas confirma todas as suspeitas de que o juiz Sérgio Moro tenha partido e outros objetivos”. Segundo Amorim, seu comportamento é duvidoso: “é como o juiz do Flamengo e Vasco virar presidente de um dos clubes”, diz Amorim.

Líder do PT na Câmara dos Deputados, Paulo Pimenta citou a Operação Mãos Limpas na Itália, na qual Moro diz ter se inspirado nas ações da Lava Jato. “A operação Mãos Limpas na Itália levou Berlusconi a governar a Itália. A #LavaJato levou Bolsonaro a ser eleito presidente. Mas os juízes e procuradores italianos tiveram pudor e não foram para o ministério de Berlusconi”, afirmou.
O deputado Paulo Teixeira pediu para que os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) anulem a condenação do ex-ministro Luiz Inácio Lula da Silva e concedam a liberdade ao petista. “As razões da prisão sem provas foram escancaradas: Moro aceita convite para exercer o cargo de ministro da justiça de Bolsonaro!”, disse.
O deputado Lindbergh Farias classificou a decisão do juiz como um escândalo e disse que o gesto mostra que o magistrado nunca agiu de forma imparcial. “Poucas coisas podem ser mais descaradas do que isto. Sempre alertamos que Moro atuava como militante, e não como magistrado. Depois de interferir no processo eleitoral, vira ministro do candidato beneficiado por ele. Em qualquer lugar do planeta isso seria um escândalo”, disse.
O ex-presidente da OAB do Rio, o deputado federal Wadih Damous afirma que o aceite de Moro fortalece campanha pela suspeição de Moro no caso de Lula. No Twitter, ele disse que “Moro será o pilar do estado policial- fascista brasileiro”. E acrescentou: “Mas também carregará para sempre a pecha de juiz parcial e sem isenção. Ele tem que se afastar ou ser afastado imediatamente dos processos da Lava Jato, em particular os que envolvem o ex presidente Lula.”
O advogado Marco Aurélio Carvalho, ex-coordenador do setorial jurídico do PT, classificou o aceite como “uma coisa espantosa” e disse que ela materializa a parcialidade do magistrado. Ele cobrou uma manifestação firme do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e de organizações internacionais sobre o caso.
Segundo o advogado, Moro foi determinante para a eleição de Bolsonaro, inviabilizando a candidatura do líder das pesquisas e manejando informações que estavam sob sua responsabilidade e igualmente decisivas para o resultado, como, por exemplo, a divulgação de trechos da delação do ex-ministro Antonio Palocci.
Para Marco Aurélio, é um momento muito triste para o Judiciário. “As lideranças do Judiciários, os representantes de entidades de classe, saíram todas em defesa do Moro. E devem estar se sentindo traídas”, disse o advogado.

Presos cavam túnel e fogem na madrugada

Seis internos do Centro de Triagem Masculino de Marabá (CTMM) fugiram do estabelecimento prisional na madrugada de hoje, quinta-feira (1º). Procurada pelo Portal Correio de Carajás, a assessoria de comunicação da Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe) informou que a ação ocorreu por volta das três horas.

A instituição afirmou, ainda, que a fuga de outros internos acabou interceptada por agentes prisionais que estavam em ronda e dispararam o alarme de segurança. Os detentos conseguiram escapar por um túnel cavado na Cela 5 da unidade prisional. O local já foi interditado, garante a Susipe.

Prefeito agredido a pedradas

A violência está galopante. Hoje de manhã, o prefeito de Itaituba, Valmir Climaco, ao presenciar um indivíduo despejando lixo próximo à ponte do Km 7 da rodovia Transamazônica, saiu do carro e mandou que parasse de lançar o entulho. Mas, ao virar de costas para se retirar do local, foi agredido a pauladas na cabeça e pedradas. Sofreu dois cortes na cabeça e fratura no braço direito e está internado no Hospital Dom Bosco, fazendo exames médicos.
O agressor fugiu deixando o caminhão da empresa que estava sendo utilizado para o despejo do lixo.  A polícia civil está investigando o caso.  Em nota, a Prefeitura de Itaituba tranquilizou a população quanto à saúde do prefeito, que é estável. Nas fotos, o local da agressão e o hospital,onde familiares, amigos e correligionários de Climaco estão de plantão.

Veja como Sérgio Moro traiu você ao entrar para a política

O juiz Sérgio Moro, anunciado hoje como ministro da Justiça e Segurança, para disfarçar o viés político da lava jato, jurava de pés juntos que “jamais entraria para a política”. Esta foi a manchete do Estadão em 6 de novembro de 2016, portanto há dois anos.

Entretanto nesta quinta-feira (1º), para os incrédulos, veio a prova de que não era a corrupção que Moro et caterva combatiam; eles lutavam pelo poder e para derrotar uma força — o PT — utilizaram o Estado.

Moro traiu você, caríssimo. Ele deixou cair a máscara da toga para se assumir, definitivamente, como um agente político.

Sergio Moro aceita comandar Ministério da Justiça

O juiz federal Sergio Moro aceitou o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro para comandar o Ministério da Justiça após encontro na manhã desta quinta-feira (1) no Rio de Janeiro.

Em declaração oficial, Moro afirmou que promete “forte agenda anticorrupção e anticrime organizado” e disse também que deve se afastar o quanto antes da operação Lava Jato, na qual é responsável.

Sergio Moro chegou no Rio de Janeiro no início da manhã e, sem falar com a imprensa, foi em direção à casa de Bolsonaro para dar início à reunião e deliberar a possibilidade de assumir o “superministério”.

Centrais preparam mobilização contra reforma da Previdência do ‘consórcio Bolsotemer’


As centrais sindicais Força Sindical, CTB, CUT, Nova Central, UGT, CSB e Intersindical se reúnem nesta quinta-feira (1º), na sede do Dieese, na região central de São Paulo, para discutir uma agenda de mobilizações contra a Reforma da Previdência do chamado “consórcio Bolsotemer”, como os sindicalistas têm chamado a aliança programática e de governo entre Bolsonaro e o governo de Temer.

Líderes de PDT, PCdoB e PSB discutem atuação conjunta como oposição a Bolsonaro

Os líderes de PDTPCdoB e PSB se reuniram nesta terça-feira (30) em Brasília para discutir uma atuação conjunta como oposição ao governo Jair Bolsonaro (PSL) na Câmara dos Deputados.

Juntas, as três legendas elegeram 69 deputados para a próxima legislatura, que começa no ano que vem.

Um dos presentes à reunião, o líder do PDT, André Figueiredo (CE), afirmou que um dos objetivos é fazer frente ao “hegemonismo” que o PT, na opinião dele, “quer impor” aos demais partidos que farão oposição a Bolsonaro – o PT elegeu 56 deputados.

“Trabalharemos um modelo de oposição que seja construtivo para o Brasil”, disse Figueiredo. “O que não podemos aceitar, de forma alguma, é o hegemonismo que infelizmente o PT quer impor aos demais partidos do campo dele”, acrescentou.

Que projeto é esse Frota?

O deputado eleito Alexandre Frota revelou qual deve ser um de seus primeiros projetos apresentados na Câmara dos Deputados. O parlamentar quer que os membros do Legislativo tenham que realizar periodicamente exames toxicológicos e apresentar os resultados para população. “Vou propor na Câmara dos Deputados Federais exame toxicológico para cocaína, maconha, crack, ecstasy. Aí o Parlamentar apresenta para o povo”, disse.

Jader Barbalho prova ser o maior líder político do Pará

A ressaca da política ainda nem passou direito no Estado do Pará. No entanto, não custa nada se fazer uma reflexão sobre o resultado das eleições, até para se saber quem é quem na política paraense, quem manda e quem não.

Quem são de fato os grandes líderes estaduais com capacidade de reverter uma eleição a favor de aliados correligionários?

No Pará, temos grande lideranças políticas, tais como Simão Jatene, Flexa Ribeiro, Mário Couto, Paulo Rocha, e outros, mas nada se compara a capacidade de liderança do senador Jader Barbalho, que mesmo sendo o mais caluniado pelos adversários durante a campanha eleitoral, mostrou que não é por acaso que o povo paraense o considera como seu maior líder político.

Jader e sua família enfrentaram uma guerra política sem precedente, mas ele não se abalou, ao contrário, manteve-se convicto na vitória sua, de sua família e de seus aliados.

O resultado das eleições no Pará foi verdadeiramente favorável a Jader, que não só se reelegeu a senador, como também teve a façanha de levar Zequinha Marinho, seu compaheiro de coligação, a vencer a outra vaga de senador da república

Outra prova de liderança de Jader foi a eleição de seu filho Helder Barbalho para governador do Pará e de sua ex-mulher Elcione Barbalho para deputada federal, em que o senador interferiu positivamente a favor.

Se ainda existia alguém que duvidava da tamanha liderança do senador Jader, essa dúvida não existe mais, pois contra fatos não há argumentos. O senador deixou claro mais uma vez quem é quem manda na política do Pará, queira ou não os que discordam disso.