Pará tem mais 27 mortes e 206 casos de Covid-19; agora, são 515 óbitos e 6.141 infectados

Pará tem mais 27 mortes e 206 casos de Covid-19; agora, são 515 óbitos e 6.141 infectados
Pará tem mais 27 mortes e 206 casos de Covid-19; agora, são 515 óbitos e 6.141 infectados

A Secretaria de Saúde do Pará (Sespa) confirmou nesta sexta-feira (8) mais 27 novas mortes pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). O número de óbitos subiu para 515. Mais 206 casos de Covid-19 também foram confirmados. Agora são 6.141 casos no Pará. O estado registra 3.233 pacientes recuperados 372 casos em análise e 2.590 descartados.

As 27 mortes foram registradas em Belém, Ananindeua, Capanema, São Sebastião da Boa Vista, Bragança, Parauapebas, Castanhal, Salinópolis, Breves, Vigia, Barcarena, São Caetano de Odivelas e Tucuruí

ONU alerta para ‘tsunami de ódio e xenofobia’

Secretário-geral da ONU faz alerta sobre ‘tsunami de ódio’

O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou nesta sexta-feira (8) que a pandemia do novo coronavírus está desencadeando “um tsunami de ódio e xenofobia”. Ele fez um apelo para que as pessoas iniciem um “esforço total para acabar com o discurso de ódio globalmente”.

Guterres também evocou os líderes políticos para mostrarem solidariedade com todos os integrantes das suas comunidades e ajudarem a reforçar a coesão social.

Ele fez um apelo para que instituições educacionais para se dediquem à alfabetização digital nesse momento em que bilhões de jovens estão conectados via internet e que extremistas estão buscando audiência.

Entre Lula e Doria, quem Bolsonaro odeia mais? Ele mesmo responde

Bolsonaro, o ódio dele por um adversário impressiona auxiliares Ueslei Marcelino/Reuters

O presidente Jair Bolsonaro chocou interlocutores recentemente, numa conversa no Planalto, ao revelar a extensão do seu ódio pelo governador de São Paulo, João Doria.

Bolsonaro faladava de trivialidades até mirar no tucano e se colocar diante de um inesperado dilema. Numa eleição entre Doria e Lula, em quem Bolsonaro votaria?

O presidente não teve dúvidas, segundo um dos interlocutores, cravaria o 13: “Doria jamais!”

Trump diz que Brasil tem “surto sério” e sugere suspender voos

Presidente dos Estados Unidos, de quem Jair Bolsonaro é fã, questionou o governador da Flórida, Ron De Sanctis, se ele deseja suspender a chegada de voos do Brasil para ajudar na contenção da pandemia de coronavírus. “Se você olhar os gráficos você vai ver o que aconteceu infelizmente com o Brasil”, diz Trump28 de abril de 2020, 16:03 h Atualizado em 28 de abril de 2020, 16:52

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (28) que o Brasil vive um “surto sério”. Trump questionou o governador da Flórida, Ron De Sanctis, se ele deseja suspender a chegada de voos do Brasil para ajudar na contenção da pandemia de coronavírus.PUBLICIDADE

“O Brasil tem praticamente um surto, como vocês sabem, eles também foram de uma maneira diferente de outros países na América do Sul, se você olhar os gráficos você vai ver o que aconteceu infelizmente com o Brasil. Então estamos olhando muito de perto e em coordenação com outros governadores, especialmente com o Ron”, disse Trump.

Na Casa Branca nesta terça-feira, Ron DeSantis disse que há expectativa de aumento de casos em alguns outros países, como o Brasil, quando Trump perguntou se o governador pensa em “cortar voos” do País. “Não necessariamente”, disse o governador. “Se você precisar, nos avise”, disse Trump ao governador, sugerindo que pode interromper voos vindos da América Latina se for o caso. 

Maioria acha que Moro deve ser candidato a presidente em 2022, diz pesquisa

O ex-ministro da Justiça Sergio Moro e o presidente Jair BolsonaroSérgio Lima/Poder360 – 29.ago.2019

PODER360
27.abr.2020 (segunda-feira) – 17h25
atualizado: 27.abr.2020 (segunda-feira) – 18h43

Uma pesquisa de opinião realizada pela Paraná Pesquisas aponta que 56,3% dos brasileiros acreditam que o ex-ministro Sergio Moro deve se candidatar à Presidência da República em 2022, enquanto 36,6% dizem que ele não deve se candidatar e outros 7,1% não sabem ou não responderam. Eis a íntegra do estudo (338 KB).

A pesquisa foi realizada de 24 a 26 de abril, depois que Moro deixou o governo Bolsonaro. Os dados foram colhidos por meio de questionário online, que contou com a colaboração de 2.650 pessoas. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Os pesquisadores também questionaram os entrevistados sobre a percepção deles a respeito da corrupção depois da saída do agora ex-ministro da Justiça. A maior parte dos entrevistados (42%) disse acreditar que a corrupção permanecerá igual. Já 33,4% avaliam que a corrupção vai aumentar e 20,3% dizem esperar que ela vá diminuir.

Os entrevistados ficaram divididos quando questionados sobre a decisão de Sergio Moro em deixar o governo Bolsonaro. 48,9% responderam que ele acertou e 46,3% disseram que ele errou na escolha. Considerada a margem de erro, trata-se de empate técnico.

Em uma avaliação sobre o governo, 56,5% responderam que o governo de Jair Bolsonaro perde muito com a saída do agora ex-ministro da Justiça. Outros 22% dizem acreditar que o governo perde pouco e 18,6% disseram que não perde nada.

Bolsonaro confirma Mendonça na Justiça e Ramagem no comando da PF

As vagas na pasta e no comando da PF estavam abertas desde a última sexta-feira, quando Bolsonaro decidiu exonerar Maurício Valeixo da corporação e Sergio Moro deixou o governo após a decisão, ao alegar que o presidente tenta interferir politicamente na PF, o que Bolsonaro nega. O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou na noite de segunda-feira 27 a abertura de um inquérito para investigar as acusações do ex-juiz.

Antes de ser nomeado ministro da Justiça, Mendonça estava à frente da Advogacia Geral da União (AGU) e Ramagem, amigo dos filhos do presidente, era diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência). Ele comandou a segurança do então candidato Bolsonaro durante a campanha de 2018.

Horas depois da efetivação, Mendonça agradeceu ao presidente em uma mensagem nas redes sociais. “Meu compromisso é continuar desenvolvendo o trabalho técnico que tem pautado minha vida.”

Marcão do Povo retorna a jornal do SBT e desabafa: “Não gosto de mimimi”

Crédito: Reprodução/Instagram

Da Redação

Marcão do Povo, apresentador do programa ‘Primeiro Impacto‘, do SBT, voltou ao jornalístico nesta segunda-feira (27), após ter ficado afastado por ter sugerido a criação de ‘campos de concentração’ para pacientes infectados com a Covid-19.

Marcão comemorou o retorno, dizendo que o bem sempre vence o mal. “Eu não gosto de mimimi, se eu gostasse comprava um gato gago”, disse, em tom de deboche.

“Esse é o apresentador que não gosta de mimimi. Quero desde já mandar meu coração para vocês e dizer que Marcão está de volta”, afirmou o jornalista logo na abertura do jornal matinal.

Pouco depois, Dudu Camargo, companheiro de Marcão do Povo no jornalístico, se desculpou pela fala polêmica nas redes sociais no último dia 8 de abril: “Eu, humildemente, peço perdão pela forma como eu coloquei a palavra, apesar que é possível entender muito bem o que eu quis dizer”.

Homem que decide economia é um só e se chama Paulo Guedes, diz Bolsonaro

Crédito: AFP

O presidente Jair Bolsonaro realiza uma coletiva em Brasília, no dia 24 de abril de 2020 (Crédito:

O presidente da República, Jair Bolsonaro, acenou para o ministro Paulo Guedes na manhã desta segunda-feira, 27, e afirmou que o economista é o único homem que decide sobre a economia do País no governo de Bolsonaro. A declaração, feita ao lado de Guedes, ocorreu depois de crescer no mercado financeiro e no governo rumores sobre a permanência ou não do chefe da Economia na equipe.

As especulações de que Guedes seria agora “a bola da vez” aumentaram nos últimos dias após a demissão de Sérgio Moro do Ministério da Justiça.

“O homem que decide economia no Brasil é um só, chama-se Paulo Guedes. Ele nos dá o norte, nos dá recomendações e o que nós realmente devemos seguir”, disse Bolsonaro na saída do Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República.

Na manhã desta segunda-feira, o presidente recebeu ministros para café da manhã. O encontro não estava previsto na agenda.

Regina Duarte percebe que caiu em armadilha e pode deixar o governo Bolsonaro, diz jornalista da Veja

O jornalista Robson Bonin, da coluna Radar da Revista Veja, informa em nota nesta segunda-feira (27) que a atriz Regina Duarte pode deixar o governo Jair Bolsonaro, menos de dois meses após tomar posse como secretário nacional de Cultura.

Segundo o jornalista, aos poucos, a secretária estaria percebendo que caiu numa armadilha ao deixar a carreira artística – e o salário de pelo menos R$ 60 mil mensais na Globo – para entrar no governo.

Bonin cita duas publicações de Regina Duarte, que estaria isolada no governo, para embasar a informação. “Quando me desapego do que tenho, recebo o que necessito. É tudo que preciso aprender… desapego. Tá em tempo ainda”, escreveu Regina num post na rede no fim de semana. “Seja o que Deus quiser”, registrou em outro.

Em carta, delegados federais pedem ‘distância republicana’ a Bolsonaro

 

A reação da instituição ocorre em meio a especulação de que o presidente irá indicar o delegado Alexandre Ramagem, amigo íntimo da família Bolsonaro, para o posto de diretor-geral da Polícia Federal, até então ocupado por Mauricio Valeixo, demitido na semana passada e pivô do confronto entre Bolsonaro e o ex-ministro da Justiça Sergio Moro. Valeixo foi exonerado após recusa de Moro em trocar a chefia da PF e atender pedido do presidente para colocar no lugar alguém que ele pudesse ligar e pedir detalhes de relatórios de investigação. Diante da pressão, Moro deixou o cargo e acusou Bolsonaro de uma série de crimes de responsabilidade envolvendo a PF.

Na mesma carta, a associação pediu ao presidente que dê autonomia ao próximo diretor-geral da corporação para montar sua equipe e definir as investigações com base em aspectos técnicos “sem obrigações de repassar informações ao Governo Federal, ou instaurar ou deixar de instaurar investigações por interesse político ou intervir em qualquer outra já existente”. “Tais medidas irão construir um ambiente institucional menos tenso e, certamente constituirão um legado de seu governo para o Brasil”, escreveu a associação de delegados.

Ramagem é amigo do vereador Carlos Bolsonaro, com quem confraternizou em uma festa de Ano-Novo na última virada de ano. O filho do presidente é investigado pela PF acusado de ser o mandante do chamado gabinete do ódio, estrutura montada no Palácio do Planalto que arregimenta um exército virtual focado em atacar desafetos do presidente nas redes sociais com apoio de empresários.