Em 4 meses, pente-fino do INSS cancelou ou suspendeu pagamento de 261 mil benefícios

(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

 Desde que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) deu início ao pente-fino, previsto pela medida provisória (MP) 871, cerca de 261,3 mil benefícios foram cancelados ou suspensos nos últimos quatro meses. Outros 1,84 milhão de beneficiários possuem processos considerados suspeitos e serão notificados pela autarquia. Segundo o INSS, a revisão teria resultado em uma economia de R$ 336 milhões, podendo alcançar$ 4,3 bilhões em um ano. A meta é chegar ao valor de R$ 10 bilhões anuais.

Alta da carne bovina puxa preços de porco e frango, que já dobra de valor

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Enquanto o preço do boi gordo em São Paulo subiu em média 35,5% em novembro em relação a outubro, o do porco avançou 13,3% e o do frango congelado, 17,8%, de acordo com dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) da USP.
A valorização do dólar e o aumento de exportações para a China são alguns dos fatores que influenciaram no descontrole dos valores. A expectativa, segundo Ricardo Santin, diretor-executivo da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal), é que a alta das carnes se intensifique com as festas de final de ano e permaneçam desta forma ao longo do primeiro semestre do ano que vem.
Na semana passada, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou que o preço da carne bovina não vai voltar ao nível anterior, por causa da falta de reajuste nos últimos três anos. Alheia às dificuldades econômicas da maioria do povo brasileiro, ela também argumentou que o produto estava muito barato nos últimos três anos e que isso foi ruim para os criadores de gado e também para os consumidores.

Banpará inaugura primeira agência bancária de Pau D’Arco

Helder Barbalho e demais autoridades diante do banco, localizado na avenida que foi pavimentadaFoto:A primeira agência bancária do município de Pau D’Arco, no sul do Estado, é do Banco do Estado do Pará (Banpará), e foi inaugurada neste sábado (30) para atender à população de pouco mais de 5.400 habitantes. O ato de inauguração teve a presença do governador Helder Barbalho, que estava acompanhado dos deputados estaduais Alex Santiago e Igor Normando.

Segundo o presidente do Banpará, Brasilino Assunção, o investimento foi de R$ 2 milhões. A instituição financeira tem o mesmo padrão das demais unidades inauguradas este ano, com 250 metros quadrados construídos com requisitos de acessibilidade. “A agência ofertará todos os serviços oferecidos pelo Banpará para atender desde a agricultura familiar, passando pelo pequeno, médio e grande empresário. Temos linhas de créditos que atendem às vocações produtivas da região, como o agronegócio e todos os segmentos rurais.”, disse Brasilino Assunção.

Agora, o Banco do Estado ampliou sua rede para 107 agências. O governador Helder Barbalho garantiu que a atual gestão deve fechar o ano de 2019 com a entrega de 15 novas unidades do Banpará. “Eu tenho dito, desde o primeiro dia de governo, que nós precisamos chegar a todos os 144 municípios. E festejo hoje a entrega da nona agência bancária do nosso governo, e ainda temos mais seis agências para serem entregues até o final de dezembro”, informou Helder Barbalho.

Duas importantes celebridades de Xinguara fazem aniversário hoje

Duas ilustres profissionais nascidas em Xinguara aniversariam hoje, segunda-feira (02/12). São elas, Dr. Ligia Ohashi Torres, advogada e analista do Tribunal de Justiça do Estado do Pará, residente em Belém, e sua irmã Dra.Verônica Ohashi Torres, médica patologista, chefe da citologia do Laboratório DASA – em SP – multinacional com atuação nas grandes capitais do País, residente em São Paulo.

As duas elegantes jovens são filhas do casal Dr. Adhemar Pereira Torres e Dra.Yolanda Ohashi Torres, oficiais do Cartório do Único Ofício de Xinguara. Às aniversariantes, os parabéns de sua família e de seus amigos, com votos de felicidades por este dia tão especial na vida de cada uma delas! Parabéns e sucesso hoje e sempre!!

Em Água Azul do Norte, Estado inaugura feira coberta e entrega Transcanadá recuperada

Governador Helder Barbalho cumprimenta produtora na feira coberta, que melhorou as condições de comercialização dos produtos da regiãoFoto: Jader Paes / Agência ParáÁgua Azul do Norte foi o último município do sudeste do Pará a receber a comitiva do governo do Estado neste sábado (30), que cumpria agenda de trabalho na região. O governador Helder Barbalho entregou à população duas obras que vão gerar desenvolvimento ao Distrito Nova Canadá: a primeira feira coberta da comunidade e a recuperação da vicinal Transcanadá.

Helder Barbalho enfatizou a importância de levar investimentos a locais que antes não recebiam a devida atenção do Estado. “É uma satisfação muito grande estar aqui entregando obras e benefícios que vão gerar desenvolvimento e renda para população da Vila Nova Canadá. Estamos aqui para reafirmar o compromisso de trabalhar por todo o Pará, independente das distâncias”, garantiu o chefe do Executivo.

Feira coberta – A comitiva começou a agenda de trabalho entregando em Vila Canadá a primeira feira coberta do distrito. A região tem na agricultura a principal fonte econômica, e a feira era um desejo antigo da população, que precisava de um espaço para comercialização dos produtos do município.

Com investimentos superiores a R$ 200 mil, a feira marca um novo tempo para os produtores da região. “Esse espaço permite um centro de distribuição, uma melhor comercialização, valorização dos produtos e, consequentemente, o desenvolvimento do setor, gerando renda e emprego. Com este espaço digno, a comercialização estará sendo feita de forma adequada”, destacou o governador.

Bolsonaro foi alertado sobre gravidade na Educação, afirma senador Jader

Um minucioso relatório de 265 páginas elaborado por uma comissão parlamentar formada em abril pela Câmara dos Deputados, revela um quadro dramático sobre o planejamento e a execução de políticas públicas conduzidas pelo Ministério da Educação, uma das pastas mais importantes para a formação de futuros cidadãos brasileiros. “O diagnóstico é desolador e mostra que a fragilidade do planejamento e da gestão do MEC afetou diretamente a formulação e a implementação das políticas educacionais”, diz o relatório, ao qual o DIÁRIO teve acesso.

O documento vai ser divulgado oficialmente nesta terça, dia 3 de dezembro. O relatório é minucioso e classifica a atual gestão do Ministério da Educação como “insuficiente”. As conclusões e recomendações serão entregues ao Tribunal de Contas da União

De acordo com o documento, a Política Nacional de Alfabetização, que traça as diretrizes para ações e políticas governamentais, não avançou. O caderno com o conteúdo do Plano Nacional da Educação (PNE), por exemplo, só foi lançado no final do mês de agosto, ou seja, há três meses, e não chegou ainda aos estados e municípios.

A cartilha traça o plano de ação detalhado para a redução dos índices de analfabetismo nas diferentes etapas e modalidades da educação básica. Ou seja, no final do ano letivo as escolas em todo o país não sabem ainda quais projetos e atividades terão prioridade para a educação básica.

A gravidade da situação da educação preocupa o senador Jader Barbalho (MDB) que já havia alertado ao presidente Jair Bolsonaro e ao atual ministro da Educação, Abraham Weintraub, os riscos que o país corria, ao não priorizar recursos e atenção especial ao Ministério da Educação.

“Alertei tanto ao presidente quanto ao atual ministro que a baixa execução orçamentária em diversos programas seria catastrófica para a educação. Destaquei, inclusive, que os constantes bloqueios feitos pelo governo federal na área da Educação geravam enormes preocupações nas regiões mais pobres do Brasil. E não poderia ser diferente no caso do Pará, onde a maioria da população depende das escolas públicas para conseguir estudar” lembrou o senador.

Jader lamenta que os apelos feitos ao presidente da República não tenham sido atendidos na época em que encaminhou à Bolsonaro um levantamento feito pela Consultoria de Orçamento do Senado Federal, revelando todos os bloqueios feitos no Ministério da Educação.

PT sofre para ter nomes fortes em 2020

Crédito: AFP

Uma das primeiras orientações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao PT assim que deixou a cadeia, há três semanas, foi para que o partido lance o maior número possível de candidatos a prefeito em 2020, principalmente nas cidades onde há horário eleitoral na TV. Lula quer aproveitar a eleição municipal para fazer a defesa dos governos petistas e dele mesmo. No entanto, a falta de candidatos competitivos, negativas por parte de velhos quadros da legenda e interesses políticos dos caciques regionais dificultam o cumprimento da orientação.

Em São Paulo, maior cidade do País, o PT ainda procura candidato. Uma ala importante da sigla, liderada por Lula, investe na volta da ex-prefeita Marta Suplicy. Eles sabem que a manobra é arriscada, mas acreditam que, com o aval de Lula, a articulação pode vingar. Do contrário, deve voltar a pressão para que Fernando Haddad assuma a tarefa. O ex-prefeito já disse várias vezes que não quer ser candidato. Ele argumenta que precisa organizar sua vida pessoal e que três eleições em um prazo de seis anos é muita coisa – ele concorreu, em 2015, à reeleição à Prefeitura e, em 2018, à Presidência.

O cenário se repete em Belo Horizonte, onde o deputado Patrus Ananias, citado explicitamente por Lula, está reticente. Patrus diz que prefere se concentrar em temas nacionais em vez de disputar a prefeitura da capital mineira, cargo que já ocupou. Parte do PT mineiro defende que o partido apoie a deputada Áurea Carolina (PSOL).

No Rio, a deputada Benedita da Silva, também citada por Lula, é outra que resiste em disputar. Segundo o presidente do PT fluminense, Washington Quaquá, o partido vai seguir a orientação de Lula e encomendar pesquisas. Enquanto isso, continua negociando com Marcelo Freixo (PSOL). “Benedita é mais forte na periferia. Freixo, na zona sul. Podemos ir tocando duas candidaturas próprias e lá na frente chegarmos a uma candidatura única e forte”, disse Quaquá.

Em Porto Alegre, nenhum dos três ex-prefeitos petistas citados por Lula como alternativas a uma aliança com Manuela D’Avila (PC do B) se animou. Dirigentes nacionais apostam no apoio à ex-vice de Haddad. Em Curitiba, por falta de nomes, o PT deve apoiar Roberto Requião (MDB).

Já em Salvador, o PT trabalha para filiar o presidente do Esporte Clube Bahia, Guilherme Bellintani, mas o governador Rui Costa pretende usar a eleição do ano que vem para fortalecer sua base na Assembleia Legislativa. Costa pode ter até três candidatos. Um deles é o deputado Pastor Sargento Isidório (Avante). “É possível que seja um candidato da aliança. O PT já tem o candidato na maior cidade do interior, que é Feira de Santana”, disse o senador Jaques Wagner (PT-BA).

Segundo o deputado José Guimarães (PT-CE), coordenador do Grupo de Trabalho Eleitoral (GTE) do partido, o PT “dificilmente deixará de ter candidato” em pelo menos dez capitais, a maior parte no Nordeste. Guimarães inclui São Paulo, Belo Horizonte e Salvador na lista, ao lado de Recife, Fortaleza, Manaus, Goiânia, Natal, Aracaju e Teresina. “Queremos candidaturas competitivas, para ganhar. Os principais quadros, aqueles que têm compromisso com o PT, não podem se esconder.”

A ideia, afirma Guimarães, é nacionalizar a disputa nas principais cidades, transformando a eleição municipal de 2020 em uma ponte para derrotar Jair Bolsonaro em 2022.

A ordem de Lula para lançar o maior número possível de candidatos não inviabiliza alianças com outros partidos de esquerda e serve para cacifar a legenda no momento das definições. “Você acha que alguém vai querer negociar conosco se não colocarmos nossos nomes? Primeiro coloca os nomes. A segunda etapa é negociar”, disse ele.

Jaques Wagner concorda. “Lula está falando para ter candidatos no maior número de cidades possível, não em todas. Essa conclusão de que é uma política de alianças estreita, na minha opinião, está equivocada.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Ao menos 32 pessoas morreram por gripe no DF em 2019

A vacina contra influenza é a principal recomendação da Secretaria de Saúde para evitar casos graves e óbitos pela doença(foto: Marcelo Camargo/Agencia Brasil)

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal registrou 32 mortes causadas pelo vírus da gripe de janeiro até metade de novembro deste ano. O número significa o dobro de mortes registradas devido à doença em 2018. No ano passado, foram confirmados 16 óbitos por gripe em todo o DF.

Os grupos mais afetados pelo problema foram crianças menores de 5 anos de idade e pessoas maiores de 60 anos. Nos dois casos, foram 11 óbitos em cada grupo.
Outro ponto que chama a atenção na análise são os altos números de óbitos decorrentes do vírus Influenza A, H1N1: metade dos casos. De acordo com o boletim epistemiológico da Secretaria de Saúde, dos 105 casos diagnosticados com a doença neste ano, 16 pacientes morreram.
Em relação aos locais de incidência, Ceilândia foi a cidade com o maior número de mortes por gripe (7), seguida por Samambaia (3) e Planaltina (3). Outros locais, como Asa Norte, Brazlândia, Guará, Taguatinga e Vicente Pires apresentaram duas mortes cada. Nas demais cidades, houve uma ou nenhuma morte em consequência da gripe.

Mega-Sena acumula mais uma vez e prêmio vai a R$ 50 milhões

A Mega-Sena acumula mais uma vez e vai sortear, na próxima quarta-feira, 4, um prêmio estimado em 50 milhões de reais. No concurso 2.212, foram sorteados os seguintes números: 23 – 26 – 51 – 52 – 53 – 58.

A quina teve 61 apostas ganhadoras. Cada uma vai pagar 56.566,09 reais. A quadra registrou 5.215 bilhetes vencedores. Cada apostador vai receber 945,22 reais.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa em todo o país. O bilhete simples, com seis dezenas marcadas, custa 4,50 reais.